
O surgimento da Esquadra de Batalha se deu antes mesmo da Marinha Brasileira(como instituição), sendo anterior a independência brasileira, ocorreu com o retorno da família imperial portuguesa para sua terra natal em 1821. A esquadra atual é fruto de uma reorganização e modernização de meios que começou durante as décadas de 70/80. Possui cerca de 85 navios registrados e muitas outras embarcações auxiliares. Se organiza, do ponto de vista das chamadas fases I, II (intendência, manutenção e operabilidade básica)e fase III(supervisão do adestramento básico) da seguinte forma:
Força de superfície composta pelos NAe São Paulo(Classe Clemenceau), Navio Escola Brasil(ver em navios auxiliares) e o Veleiro Escola Cisne Branco;
1o Esquadrão de Escoltas composto pelas 06 Fragatas da Classe Niterói(Vosper MK10) e 04 Corvetas(Fragatas Leves pelo deslocamento) da Classe Inhaúma;
2o Esquadrão de Escoltas composto pelas 03 Fragatas da Classe Greenhalgh(Tipo 22 Lote1 ex-Royal Navy) e pelos 01 Contratorpedeiro da Classe Pará (Fragatas da Classe Garcia ex-Us Navy);
1o Esquadrão Navios de Apoio composto pelos 02 NDD da Classe Ceará (Classe Thomaston), 02 NDCC Classe Mattoso Maia(Classe Newport) e Classe Garcia D´avila(Classe Sir Galahard) e o Navio Transporte de Tropas Ary Parreiras/Classe Custódio de Mello(ver em navios auxiliares), os Navios Tanque Marajó e Almirante Gastão Motta(ver em navios auxiliares);
Força de Submarinos composta pelos 04 submarinos da Classe Tupy (IKL 209/1400) e 01 da Classe Tikuna(IKL 209/1500 Mod.).